sexta-feira, 4 de maio de 2012

quem é que disse que já não podíamos sair do cinema apaixonados?


Lola Créton em Un Amour de Jeunesse (2011), filme de Mia Hansen-Love.

(hic et nunc scriptum: é de muito mau gosto que a tradução inglesa seja "Goodbye first love". Não porque seja foleiro, mas porque significa que quem assim o traduziu nada percebeu do filme: em Un Amour de Jeunesse, não há nenhum adeus. Pelo contrário, há um eterno e insistente permanecer (passe a redundância), fascinante, comovente, louco - ou seja, tudo aquilo que faz do amor a coisa mais bela e mais terrível do mundo. Haveria muito mais a dizer e certamente que eu o gostaria de fazer, mas entre escrever uma lamechice e escrever uma banalidade que não chega, de perto, sequer, a  sondar o amor que esta menina sente por aquele menino, prefiro abster-me.)

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